Rádio Campo Maior AM
Canudos FM
SM Publicidade
Fundação Canudos
Quixeramobim
Fale Conosco
Você concorda com o aumento no número de vereadores em Quixeramobim nas eleições de 2020?




 
Sexta-feira, 28 de julho de 2017.
Clique aqui para ouvir nosso Jingle
No ar: Canudos Bom Dia
No ar: Canta Brasil
 

Sérgio Machado
Radialista


A triste realidade da Saúde no Ceará
   

A situação da Saúde no Estado do Ceará, como é do conhecimento de todos, é cada vez mais preocupante. E a saída do competentíssimo Carlile  Lavor da secretaria estadual só vem expor ainda mais o problema.

Quem conhece a realidade dos municípios do interior sabe a falta de profissionais e até mesmo de materiais simples em boa parte das unidades hospitalares. Na incapacidade de atender seus pacientes, muitos municípios acabam encaminhando-os aos hospitais da Capital, superlotando esses estabelecimentos. Daí se ver tanta gente pelos corredores, em macas, em situações desumanas já denunciadas há muito pelo sindicato dos médicos e meios de comunicação. 

Mas o que está havendo com a gestão da Saúde no Estado do Ceará? É simples: O problema é falta de dinheiro. Faltam recursos para colocar para funcionar em sua total capacidade os hospitais regionais já construídos nas cidades de Juazeiro do Norte e Sobral, que desafogariam os hospitais da capital ao atender os pacientes em suas próprias regiões.

A unidade regional de Quixeramobim está pronta, seleção pública já feita, equipamentos... Só falta dinheiro para funcionar. Dinheiro! O Estado não tem a União não repassa o suficiente e, enquanto isso, vemos hospitais como o Doutor Pontes Neto superlotados, se desdobrando para atender pacientes não só de Quixeramobim, mas de diversos municípios da região. Claro que ninguém está satisfeito. Há demora no atendimento, desconforto na espera, mas ainda se faz muito diante dos recursos que são disponibilizados para a unidade. 

Doutor Carlile, com certeza, à frente da Pasta, tinha, pela sua experiência e currículo respeitadíssimos, capacidade de melhorar a situação, mas não tinha meios. E, sem dinheiro, não dá. Ou o Estado tem ou há de buscar. E o governo federal não sinaliza positivamente nesse sentido. O que se fala o tempo todo é em ajustes, controle de gasto público. Enfim, ainda não se consegue visualizar o fim do caos que se instalou na Saúde do Estado. Como Camilo lidará com essa questão delicadíssima?


  imprimir
enviar para um amigo 
voltar

Nenhum Comentário

Deixe seu comentário



Outros Artigos:
 
 
 
 
Sistema Maior de Comunicação
Rua Monsenhor Salviano Pinto, 507 – Centro CEP 63800-000 Quixeramobim – CE
Fones: (88) 3441.0263 / 3441.1178 Fax: (88) 3441.1209 - E - mail: contatomaior@sistemamaior.com.br
Copyright © 2006-2017  - Todos os direitos reservados