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Sérgio Machado
Radialista


Sinalização: um direito do cidadão da cidade e do sertão
   
Uma correspondência a mim endereçada pelo internauta Monsueto de Castro, na qual o mesmo expõe sua preocupação em relação à falta de sinalização nos logradouros públicos levou-me a reflexão sobre o assunto.

Em seu manifesto intitulado Carta aos Senhores Prefeitos o leitor conclama a quem de direito a tomar as providências quanto a sinalização dos logradouros públicos tanto na zona urbana quanto na zona rural. Faço coro, compartilhando a angústia com ele e com muitos outros cidadãos que já sentiram e sentem na pele o drama que é estar diante de uma encruzilhada e não saber que caminho seguir para chegar ao seu destino, quando a situação seria facilmente solucionada com a disponibilização de placas denominativas.

Pesquisas já foram feitas e deram conta de que o brasileiro é um dos mais perdidos do mundo. Isso se deve em muito, sem dúvida a má sinalização das vias e até mesmo a inexistência da devida sinalização. Não com dificuldade encontramos placas de trânsito, às quais o desrespeito ocasiona multas e outras penalidades aos motoristas, mas cadê as placas que deveriam nos auxiliar, nos informar?

A falta de placas denominativas de muitas ruas de bairros, nas pequenas e grandes cidades causam grandes transtornos à vida das pessoas, dificultam o trabalho dos carteiros, entregadores em geral, visitantes e atrapalham ainda mais o trânsito. Porém ao menos há aquém perguntar o caminho. E quando o problema se dá na zona rural, em estadas vicinais que ligam distritos e comunidades distantes da zona urbana, onde às vezes não há quem possa dar uma informação sequer?

“Quando uma pessoa, na madrugada, procura uma localidade e naquela região não existe uma placa denominativa, não sendo possível encontrar alguém para pedir informação, a situação acaba virando um martírio”, destaca Monsueto.

Espera-se que a autoridade competente, seja ela estadual ou mesmo municipal, onde o trânsito é municipalizado possa ter sensibilidade para detectar e reconhecer os problemas que afligem seus cidadãos e tomar providências para solucioná-los. Toda ação que venha a facilitar a vida das pessoas e possibilitar a concretização de seus direitos será bem vinda.

Os órgãos de trânsito, sejam eles municipais ou estaduais são mantidos com recursos públicos que devem retornar ao cidadão na forma de melhoria nos serviços relacionados ao trânsito. Não é papel desses órgãos simplesmente a autuação de infrações, a repreensão dos atos indevidos praticados pelos cidadãos, mas a adoção de medidas de prevenção, de educação e de sinalização dentre outras necessárias ao bom andamento do trânsito e da segurança de todos que o fazem. Portanto, senhores prefeitos, superintendentes de trânsito e quem de direito, arregacem as mangas, é o que a sociedade espera.

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