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Adísia Sá
Jornalista e Professora


 

Fortaleza maltratada
   
A cada vinda ao Centro – leia-se Barão do Rio Branco, Floriano Peixoto, Major Facundo, Guilherme Rocha, Liberato Barroso – sinto-me uma estranha, tão descuidado o que eu chamo de “coração da cidade.” Lamento, também, o estado em que se encontra a Visconde de Saboia, tomada – lado a lado- por caminhões carregando ou descarregando mercadorias. Atravessa-se, diga-se, um “corredor polonês”, procurando defender-se do que só Deus sabe.

As placas de “estacionamento proibido” não valem absolutamente nada, salvo a desmoralização da autoridade que é autora e responsável pelo seu cumprimento. Escandalosamente desconsideradas são, também, as placas colocadas ao lado dos colégios da Imaculada Conceição e Justiniano de Serpa – “proibido estacionar.” Sem espaço para estacionamento, os comerciantes deixam seus veículos em cima das calçadas, estreitando o espaço dos transeuntes. E nada de agente (gente...) da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania, responsável – pelo que, mesmo?

Sofro ao escrever: “Fortaleza está sem Prefeito”, porque, considerando a caótica situação do Centro, não tenho outras palavras que não essas. Mas, ainda resta tempo ao dr. Roberto Cláudio de tomar as rédeas da administração e colocar as coisas nos seus devidos lugares. Uma perguntinha: por que o secretário do Centro renunciou? E tem mais, doutor Prefeito, cuide do Centro como fez na Beira Mar a professora Luizianne Lins.

Tem mais, doutor: a cidade não existe apenas para se mostrar ao visitante/turista, não, a cidade é de quem e para quem nela vive, trabalha e mantém a máquina burocrática funcionando: nós, seus moradores. Daí porque, só não tendo aqui nascida e sim na distante Cariré, mas que amo e não troco por nenhum outro lugar, levanto a voz em defesa de minha Cidade. Espero que outras se juntem à minha, em defesa de Fortaleza, afinal, aqui é o nosso canto, o nosso lar, as nossas lembranças e os nossos sonhos.

Uma colocação final: onde andam as entidades “responsáveis” pelo Centro, que não levantam um dedinho em defesa do coração da cidade? Serão, alguns de seus quadros, abastecedores dos ambulantes que tomaram posse do filé mignon de Fortaleza, que é a Praça do Ferreira e suas adjacências? Essa indiferença é suspeita, ou, como se diz agora, “aí tem”.

Adísia Sá

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